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sábado, 30 de março de 2013

O exemplo da educação adventista

Em meio a todo o alvoroço na reforma da educação, o sistema escolar adventista do sétimo dia pode parecer um lugar inesperado para procurar modelos para melhorar o desempenho dos alunos. Mas ao educar a mente, o corpo e o espírito, as escolas adventistas superam a média nacional através de todas as demografias. Ultimamente, a reforma de educação tem estado no centro do palco à medida que os americanos lutam para fechar o frequentemente criticadogap de êxito. Mas calmamente em nosso meio o segundo maior sistema escolar cristão no mundo tem estado firmemente superando a média nacional – através de todos os dados demográficos. O currículo holístico (integral) dos adventistas do sétimo dia serve como um modelo para superar essa lacuna – a disparidade no desempenho acadêmico entre estudantes de baixa renda e de minoria e seus colegas nas comunidades de alta renda. Mas, ainda mais, ele mostra como estreitar a lacuna entre a mente, o corpo e o espírito, verdadeiramente educando os alunos para o sucesso.

Agora, eu não estou advogando para que a instrução religiosa seja incluída no currículo escolar. Pelo contrário, o que a minha pesquisa indica é que a aprendizagem holística – uma educação que não ergue barreiras artificiais entre as disciplinas e entre a mente, o corpo e o espírito – realmente resulta em maior desempenho do aluno. 

As escolas adventistas superam suas concorrentes 

Desde 2006, como parte do estudo Cognitive Genesis (estudo da Gênese Cognitiva), dois colegas e eu reunimos dados sobre mais de 50 mil alunos matriculados nas escolas adventistas do sétimo dia. (Desconhecida para muitos, a Igreja Adventista opera um sistema escolar cristão que, em tamanho, fica atrás somente das escolas paroquiais católicas romanas.) Enquanto temos acreditado há muito tempo na efetividade da abordagem holística que as escolas adotam, queremos quantificar, empiricamente, quão bem os alunos das escolas adventistas se saem.

Mesmo nós ficamos surpresos com os resultados. Nosso estudo de quatro anos e com financiamento independente mostrou que os alunos em escolas adventistas superaram seus pares na média nacional em cada área.

Entre 2006 e 2010, meus colegas e eu analisamos pontuações de testes de 51.706 alunos, baseados no Iowa Test of Basic Skills para as séries 3-8, no Iowa Test of Educational Development para as séries 9 e 11, e o Cognitive Test Abilities para todas as séries, assim como pesquisas preenchidas pelos alunos, pais, professores e administradores escolares. 

Em cada categoria, os alunos que frequentam as escolas adventistas pontuaram mais alto que a media nacional. Eles também pontuaram mais alto que seu êxito esperado baseado na habilidade individual – um fator que poucas escolas medem. 

Um dos achados mais dramáticos é que os alunos que se transferiram para escolas adventistas viram uma melhora marcante no desempenho acadêmico. Quanto mais anos um aluno frequentou a escola adventista, mais seu desempenho melhorou. 

Condições socioeconômicas e financiamento não são fatores determinantes 

Um cético poderia argumentar que as escolas particulares como essas dirigidas pelos adventistas são compostas principalmente por alunos saudáveis e de classe média alta; consequentemente, a razão do desempenho mais alto. Não é assim. Nossa pesquisa mostra que os dados demográficos das escolas adventistas estão mais perto daqueles das escolas públicas, com alta diversidade econômica e socioeconômica. A matrícula é aberta, o que significa que os alunos são admitidos sem o tipo de seleção de habilidade que muitas outras escolas particulares aplicam. Na América do Norte, a Igreja Adventista administra quase mil escolas, muitas das quais são pequenas e rurais. Não encontramos relação entre o tamanho da escola que os alunos frequentavam e o desempenho.

De modo significativo, nesta época de orçamentos decrescentes para as escolas públicas, não encontramos nenhuma ligação entre gasto por aluno e rendimento do aluno. A pesquisa feita por Dave Lawrence, aluno da graduação na Universidade La Sierra, em Riverside, Califórnia, indica que alunos em escolas adventistas que gastam de 2.000 a 4.000 dólares por aluno estão quase no mesmo nível de rendimento que alunos em escolas que gastam 12.000 dólares por aluno. O Sr. Lawrence não encontrou correlação significativa entre o orçamento da escola e a realização do aluno. 

As vantagens de uma abordagem holística 

Então como explicamos a vantagem adventista? Acreditamos na abordagem holística que essas escolas adotam – um compromisso de educar a mente, o corpo e o espírito. Ao contrário das escolas públicas, as escolas adventistas em todo o país têm um currículo padrão. Essa abordagem inclui os “três Rs” tradicionais com ênfase no desenvolvimento espiritual e físico. Há uma coerência e uma ligação entre as escolas adventistas que não existem com frequência em outros sistemas.

Alguns dos maiores indicadores da realização do aluno, de acordo com modelos estatísticos que desenvolvemos, incluem se os alunos têm uma percepção espiritual positiva, se têm um relacionamento saudável com seus pais, e se cuidam de sua própria saúde. Essas são atitudes que podem ser cultivadas e apontam para a importância de uma abordagem holística da educação. 

Nos últimos anos, a Igreja Adventista tem sido assunto de muita fascinação pública por causa do seu foco na saúde, longevidade e integridade. (O canal PBS [Public Broadcasting Service] exibiu um documentário no início deste ano, “Os Adventistas”, e o livro The Blue Zones [As Zonas Azuis] foi publicado em 2008.) Mas nossa pesquisa mostra que a educação adventista também pode ser um laboratório de aprendizagem, mostrando como estudantes do jardim da infância até o terceiro ano do ensino médio podem ultrapassar as expectativas. 

A verdadeira reforma do sistema de escolas públicas precisará de trabalho árduo e inovação, mas os adventistas dão um exemplo que pode ajudar os reformadores a apertar o botão de “reset” (reiniciar). Eliminar as barreiras artificiais entre os sujeitos e ajudar os alunos a verem o link entre como eles vivem e como aprendem são passos fundamentais, mas cruciais, para estabelecer a fundação para a verdadeira reforma.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Contos de fadas não fazem bem às crianças

Pai de seis e avô de nove, o psicoterapeuta Zenon Lotufo Jr. sempre gostou de contar histórias às crianças da família. Mas nunca gostou muito dos contos de fadas. Lotufo avalia que, em grande parte desses contos, o medo de cair nas garras de uma bruxa ou de ser punida (como ela será, no final) serve para manter uma atitude de subserviência e não contribui para o amadurecimento da criança - ao contrário do que sustentam algumas correntes da psicanálise. 

Para o senhor, contos de fadas não são benéficos?

Um dos problemas é que se generaliza, como se qualquer dessas histórias tivesse papel positivo. Muitas levam ao conformismo, usam o medo como forma de dominação e apresentam crueldades incríveis. 

Até as versões "suavizadas"?

Os contos de fadas sempre foram adaptados às características de cada época. Os irmãos Grimm fizeram isso. Mas há autores que dizem que eles domesticaram os contos, que deveriam voltar a ser como eram. E eram muito cruéis. Não há provas de que a criança se beneficie disso. Esses contos surgiram em uma cultura em que o medo era moeda corrente. Todo mundo vivia com medo. 

Hoje, também vivemos com medo...

Sem dúvida, mas é diferente pensar na Europa dos séculos 13 ao 18, com a cultura da culpabilização por meio da religião, as pestes, as guerras, a fome. Os contos de fadas de que estamos falando surgiram nesse contexto e em grande medida reforçavam esse medo para manter a obediência das pessoas. Em geral, culpavam as mulheres e as crianças (quando eram curiosas e desobedientes) pelos problemas. 

O fato de ter sempre um final feliz não é positivo?

A mulher e a criança raramente têm um papel ativo no final feliz. Branca de Neve, Bela Adormecida e Cinderela são salvas magicamente. Essa passividade das heroínas tem uma mensagem clara: quem é boazinha, submissa, vai ser salva por um príncipe. 

Então não seriam histórias para as crianças de hoje?

As histórias estão aí, ninguém vai suprimir isso. Mas é importante que o adulto que conta a história discuta esses aspectos com as crianças. Outra coisa importante é pensar se são adequadas à idade. Criança muito pequena pode ficar apavorada e não vai entender uma explicação que as contextualize. 

Há entre essas histórias as que podem ser benéficas?

Algumas têm uma mensagem claramente positiva. O "Patinho Feio", por exemplo, mostra alguém que é maltratado porque pertence a outro grupo, ajuda a entender o problema da discriminação. 

Os contos podem ajudar a criança a elaborar os próprios medos, como perder a mãe ou ser abandonada?

Não há comprovação de que os contos tenham essa função e de que as crianças gostam deles por isso. 

E por que continuam fazendo sucesso e atraindo tanto as crianças?

Eu não sei se eles atraem mais as crianças ou os pais. Sempre foram usados como um meio de levar à obediência: não discuta, é assim mesmo. A Chapeuzinho Vermelho é curiosa e desobediente, por isso se dá mal. 

Em sua opinião, esses contos não cabem na cultural atual?

Tanto esses contos como muitos super-heróis modernos passam a ideia de um bem completo e um mal completo. Não acho que essa visão maniqueísta faça bem. De uma forma geral, havendo alternativa de uma coisa mais saudável e até mais "contracultural", acho melhor para a criança. 

Seria o caso de um filme como "Shrek", em que os personagens típicos dos contos de fada aparecem em papéis invertidos em relação aos "bons" e aos "maus"?

Pode ser. O ogro sempre foi o mal e é apresentado de outra forma, como herói. Isso é uma forma interessante de abordar o assunto. 

(Folha.com)

Nota: Continuo preferindo as belas, reais e morais histórias bíblicas, utilizadas de acordo com cada faixa etária.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Esperança Para os Pecadores Perdidos


Jesus, respondendo, disse-lhes: Não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim os que estão enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores, ao arrependimento. Lucas 5:31, 32.
Os pecadores foram o objeto especial da missão de Cristo — pecadores de todas as raças e climas. … Todos Lhe são caros, porque são a aquisição de Seu sangue. As missões domésticas devem receber decidida atenção. Que se busque todo pecador nos limites de nossos lares e de nossa vizinhança. Façam-se esforços pessoais em seu favor. Com os casos que pareçam mais sem esperança deve ser trabalhado com o maior fervor, com fé, esperança e sincera oração.
Aqueles sobre os quais Satanás exerce seu poder mais decididamente são os que despertam a simpatia do grande e amoroso coração do Salvador. Ele sempre quer que aqueles que se acham reunidos no redil saiam ao deserto para buscar e salvar as ovelhas perdidas. Sente Ele o mais terno amor por aqueles que foram enredados pelo enganador poder de Satanás. E quando de fato as ovelhas perdidas são achadas por Jesus, que alegria e regozijo há em todo o Universo do Céu!
Ouve-se-Lhe a voz em acentos de ternura, súplica e amor! “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao Senhor, que Se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” Isaías 55:6, 7.
O homem mortal não pode ler o coração do semelhante, e é muitas vezes enganado por meras aparências exteriores. Aquele, porém, que sabe ler o coração dos homens como livro aberto, nunca julga mal. Sempre julga com justiça, e sabe que atmosfera circunda a todo ser. Sabe como são muitas e ferozes as lutas da pessoa para vencer as tendências hereditárias, naturais, e os pecados que se tornaram comuns devido ao hábito da repetição.
Diz o Senhor: Ele é Meu; Eu o comprei com agonia e sangue humanos. Por muito tempo suportei suas maneiras, sua conduta descortês e ingrata para comigo, entretanto Eu Me guardo de o cortar, esperando, mediante Meus cooperadores, levá-lo ao arrependimento, a fim de que o possa curar, e lavá-lo e purificá-lo em Meu sangue.
Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 339.

Um Conto de Liberdade


“Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-la.” Françoise Voltaire

Era uma vez um garotinho que, sem querer, ficou famoso. Hollywood, de repente, era o lugar que podia chamar de “casa”. Talentoso, não demorou muito para ganhar dinheiro com a fama, e não havia nada ao alcance de sua imaginação que não pudesse alcançar com as mãos. Seus pezinhos logo se acostumaram aos tapetes vermelhos e ao glamour das luxuosas festas das celebridades.

O tempo passou e o garotinho cresceu. Os aplausos e as dezenas de guitarras empoeiradas no quarto não mais preenchiam seu tempo e seu coração. Em casa, seus pais viviam um inferno, e tudo o que ele queira era ficar longe de lá. Tornou-se amigo do álcool. Depois do tabaco. Maconha. E, por fim, cocaína. Na rua, o menino prodígio do show business não era mais reconhecido pelas pessoas. E quando era, preferia que fosse invisível. Percebia a repulsa naqueles olhares, e quase podia ler seus pensamentos: “Como ele chegou a esse ponto?”

Seu nome? Macaulay Culkin. Mas, com as devidas adaptações, esta poderia ser a história de Lindsay (Lohan)Amy (Winehouse), Britney (Spears), Heath (Ledger), Haley (Joel Osment), e tantos outros jovens talentos que não sobreviveram à televisão ou ao cinema.

Acontece que, entre tantos roteiros trágicos e previsíveis, um ator “atrevido”, aos 19 anos, abandonou os scripts tradicionais e resolveu criar seu próprio texto. Antevendo o que o destino lhe reservava, decidiu mudar a rota do show. “Ficou louco! Está sendo manipulado por uma igreja em busca de sua fortuna!”, é o que estão dizendo dele por aí. “Porque, certo mesmo, seria acabar-se como todos os seus iguais e morrer jovem, só para deixar um breve registro biográfico na Wikipedia, que, daqui a alguns dias, ninguém vai ler”, é o que eu vejo nas entrelinhas desse discurso dos “livres da religião”.

É engraçado como a provável (ou possível?) saída de Angus T. Jones do seriado “Two and a Half Men”, motivada por sua crença religiosa, cause tanta polêmica. Mas não faz mais de dois anos que o protagonista da série, o ator veterano Charlie Sheen, notório dependente químico, deixou o programa (inspirado e idealizado nele, diga-se de passagem) em virtude de problemas decorrentes do abuso de álcool, drogas e prostituição. Se Angus deixasse o seriado em circunstâncias semelhantes às de seu colega de trabalho, será que o público aceitaria a decisão com uma atitude menos agressiva? Seria mais aceitável o fim de uma carreira hollywoodiana em virtude da cocaína, em lugar da Bíblia?

A decisão de Jones, para os mais desavisados, pode parecer ilógica ou irracional, mas um olhar mais atento sobre o vídeo em que ele conta seu testemunho será capaz de revelar que sua longa busca espiritual (ele costumava ir a três ou quatro cultos por domingo), à procura de um lugar que preenchesse o vazio em sua alma – que nem a maconha, que ele admite ter usado, foi capaz de suprir – só terminou quando ele entrou em uma igreja adventista do sétimo dia.

Ali, diferentemente do que muitos pensam (talvez por ignorância e desinformação), não houve interesse pela fortuna de Angus. Essa igreja não precisa do dinheiro de seus crentes. Ela já existe há mais de cem anos e se tornou a religião cristã que mais cresce no mundo em número de membros, sem o dízimo de nenhum milionário. Nenhum pastor adventista tornou-se mais rico ou pôde trocar de carro simplesmente porque o “Jake” de “Two and a Half Men” agora faz parte da comunidade. Na verdade, e para ser bem sincera, o único proveito que essa igreja poderá usufruir com a confissão espiritual desse ator é a influência que ele poderá exercer (e já está fazendo) sobre pessoas a quem a maioria de nós nunca teria acesso. A repercussão do discurso desse garoto e a coragem que ele teve de colocar em risco sua carreira e reputação valem muito mais do que seus milhares de dólares.

Por falar nisso, é interessante perceber que a mãe dele esteja, agora, preocupada com a possibilidade de Angus ser explorado por essa igreja. Afinal, utilizar o talento de uma criança a partir dos quatro anos de idade, submetendo-o ao estresse do ritmo da televisão, tolhendo-lhe a infância, a fim de fazer fortuna, não é exploração?

Ao analisar todos esses fatos, percebo como é espantoso o poder do preconceito. A sociedade impõe mudanças culturais e sociais todos os dias, e nos dá, como única opção, aceitá-las, sob o pretexto do fim da discriminação e da afirmação do direito inerente a todos os seres humanos, de exercer livremente suas escolhas, sem ser incomodado ou questionado quanto a elas. Ocorre que, no tocante ao direito à liberdade de crença, não se opera a mesma lógica. Opor-se ao senso comum e acreditar no sobrenatural, esperar pela restauração deste planeta e crer que a esperança para o futuro encontra-se tão somente no homem-Deus Jesus Cristo e na morte dEle na cruz, é ser alienado, “fraco”, manipulado, ou vítima de uma “lavagem cerebral”.

Portanto, se é para ser assim, muito prazer, meu nome é Loucura!

“Porque a loucura de Deus é mais sábia do que a sabedoria humana, e a fraqueza de Deus é mais forte do que a força do homem” (1Co 1:25).

(Bruna Mateus Rabelo dos Reis é advogada especialista em Direito Civil, bacharel em Direito pela Universidade Federal de Goiás; texto escrito com exclusividade para o blog www.criacionismo.com.br)

O Estranho em Nossa Família


Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esse encantador personagem e, em seguida, o convidou a viver com nossa família. O estranho aceitou e, desde então, tem estado conosco.

Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial para ele. Meus pais eram instrutores complementares: minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer. Mas o estranho era nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias. Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar.

O estranho nunca parava de falar, mas meu pai não se importava. Às vezes, minha mãe se levantava cedo e, calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que ele tinha a dizer, só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez para que o estranho fosse embora.)

Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las. As blasfêmias e os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa, nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que, às vezes, queimava meus ouvidos e fazia meu pai se retorcer e minha mãe ruborizar.

Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente. Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.

Falava livremente (talvez demasiadamente) sobre sexo. Seus comentários eram, às vezes, evidentes; outra,s sugestivos, e geralmente vergonhosos.

Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.

Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso dos valores de meus pais; mesmo assim, permaneceu em nosso lar.

Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio. Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...

Seu nome? Nós o chamamos televisor...

Obs.: Agora esse televisor tem uma esposa que se chama computador, e um filho que se chama celular! Devemos ter muito cuidado com esses dois novatos, já que o primeiro foi a lareira da sala de visitas de nossa vida, na qual queimamos nossas raízes.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

UFC e Evolução


A revista Veja desta semana traz como tema de capa o “esporte” que vem tomando conta do Brasil: o Ultimate Fighting Championship (UFC). O texto louva as capacidades e habilidade de luta do campeão brasileiro Anderson Silva, o “gladiador tranquilo”, segundo a chamada da capa, e analisa a história da modalidade que a rede Globo de televisão catapultou às alturas da boa audiência, promovendo até mesmo por meio das novelas o lado “bonzinho” dos lutadores do octógono (nome da rinha... digo, ringue do UFC). Passei os olhos pela matéria e me deparei com algo que quero destacar aqui: “A mente humana foi programada pela violência, é a tese do psicólogo canadense Steven Pinker, de Harvard, em seu mais recente livro, The Better Angels of Our Nature – Why Violence Has Declined (Os Anjos Bons Dentro de Nós – Por que a Violência Declinou). ‘Durante a evolução, a selvageria não era tão improvável a ponto de os seres humanos descartarem a habilidade inata de revidar, de lutar por determinado espaço ou de matar um inimigo’, escreve Pinker.”

Pronto. Está justificada a selvageria contida dos ringues: no fundo de nossa natureza animalesca, ainda somos o velho troglodita clamando para vir à tona. Abandonamos o tacape para usar luvas de couro. As pauladas foram substituídas por golpes precisamente calculados, e as regras estão aí para evitar (muito) derramamento de sangue seguido de morte, como ocorria nos mitológicos tempos das cavernas.

No box que finaliza a reportagem (aparentemente encomendada para suavizar o lado sangrento do UFC), a lutadora Ronda Rousey reforça a tese de Pinker: lutar é “uma volta ao estado natural da humanidade”.

Ronda tem razão, se esse “estado natural” for encarado sob a cosmovisão darwinista de luta pela sobrevivência etc. e tal. No entanto, como criacionista, entendo que o “estado natural da humanidade” é aquele no qual fomos originalmente criados. A violência – bem como a morte e tudo que há de ruim no mundo – faz parte da história pós-pecado e é um desvio do plano original de Deus. Por isso mesmo, sob o ponto de vista criacionista, a dor é antinatural e aberrante. O cristão que segue a Bíblia reconhece a origem perfeita num mundo de paz e harmonia, lamenta a introdução do pecado na história e vive motivado pela esperança de que Deus recriará este planeta para ser de novo o que nunca deveria ter deixado de ser (Ap 21).

Na nova criação de Deus, não haverá lugar para ringues, chutes, finalizações, derramamento de sangue (consentido ou não) ou qualquer coisa que chegue perto disso. Portanto, quem está se preparando para aquele lar deve também incorporar seu estilo de vida e erguer a voz contra tudo o que degrade a imagem e semelhança de Deus – o ser humano.

Michelson Borges

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Alegria no serviço humilde



Senhor, que queres que faça? Atos dos Apóstolos 9:6.
Não importa qual seja nossa posição nem quão limitadas sejam as nossas aptidões, temos uma obra a fazer para o Mestre. Nossas graças desenvolvem-se e amadurecem pelo exercício. Tendo a verdade de Deus a arder no coração, não podemos ficar ociosos. A felicidade que experimentaremos em fazer, compensará mesmo nesta vida cada esforço. Unicamente os que experimentaram a felicidade resultante do abnegado esforço no serviço de Cristo podem falar do assunto com a devida compreensão. É na verdade tão pura alegria, tão profunda, que a linguagem não a pode exprimir.
“… Através da vida transitória
Tendes a cargo uma obra especial;
Humilde pode ser, e ser inglória, E pode ser também de elevado ideal.
Ninguém, senão só tu, pode fazê-la.
‘Que queres Tu que eu faça?’ indagarás,
E olhando a glória de teu Redentor,
E recebendo luz só do Senhor,
Em cada ação honrá-Lo buscarás,
Sem o eu manchar dessa obra o resplendor.”
Podemos ter Cristo conosco enquanto empenhados em nossas ocupações diárias. Onde quer que estejamos, o que quer que façamos, podemos em verdade ser enobrecidos porque nos achamos unidos a Cristo. Podemos tornar nossos humildes deveres da vida enobrecidos e santificados mediante a certeza do amor de Deus. O trabalhar por princípio nas mais humildes vocações reveste-as de dignidade. A consciência de sermos realmente os servos de Cristo dará mais elevado teor de caráter a nossos deveres de cada dia sempre alegres, pacientes, longânimos e gentis. …
Se vos demonstrais firmes nos princípios, destemidos no dever, zelosos no buscar exemplificar a Cristo em vosso trabalho diário, todavia humildes, brandos e amáveis, pacientes e perdoadores, prontos a sofrer e perdoar injúrias, sereis uma carta viva, conhecida e lida por todos os homens.
Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 181.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Ajudar uns aos outros


Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé. Gálatas 6:10.
No plano de Deus os seres humanos foram feitos necessários uns aos outros. Se todos fizessem o máximo ao seu alcance para ajudar os que se encontram em necessidade de seu auxílio, de sua abnegada simpatia e amor, que bendita obra seria feita! Deus confiou talentos a cada um. Esses talentos devemos empregar para ajudar-nos mutuamente a andar no caminho estreito. Nesse trabalho cada um está ligado ao outro, e todos estão unidos a Cristo. É mediante serviço abnegado que aperfeiçoamos e aumentamos nossos talentos.
Os membros da igreja de Deus na Terra são as diferentes partes de uma máquina, todos intimamente relacionados uns com os outros e todos intimamente relacionados e dependentes de um grande centro. Deve haver unidade na diversidade. Nenhum membro da firma do Senhor pode trabalhar com êxito em independência, separado dos outros. … Todos devem usar as aptidões que lhes foram confiadas em Seu serviço, para que cada um ministre à perfeição do todo. Cada um deve trabalhar sob a superintendência de Deus.
Pela maravilhosa união de divindade e humanidade em Cristo, é-nos assegurado que, mesmo neste mundo, podemos ser participantes da natureza divina. … Cristo comprometeu-Se a cooperar com aqueles a quem confiou talentos. Comprometeu-Se a preparar-nos para ser colaboradores Seus. Ele nos ajudará a seguir-Lhe o exemplo, fazendo o bem e recusando praticar o mal. Devemos ser consagrados condutos pelos quais o amor de Cristo flua para os que estão em necessidade de auxílio. …
Cristo envia Sua luz àqueles que conservam as janelas da alma abertas em direção ao Céu. Sob a influência do Espírito Santo, fazem as obras de Deus. Aquele que mais se aproxima da obediência à lei divina será de maior préstimo a Deus. O que segue a Cristo, esforçando-se em busca de Sua bondade, Sua compaixão, Seu amor pela família humana, será aceito por Deus como coobreiro Seu. Tal pessoa não se contentará em permanecer em baixo nível de espiritualidade. Atingirá constantemente níveis mais altos.
Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 177.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Educação da língua

Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. Efésios 4:29.
O apóstolo, vendo a tendência que havia, de abusar do dom da fala, dá instruções quanto ao seu uso. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe”, diz ele, “mas só a que for boa para promover a edificação.” Palavra “torpe” aqui quer dizer qualquer palavra que dê impressão deprimente aos princípios santos e à religião pura, qualquer comunicação que ofusque a doutrina de Cristo, e apague da mente a verdadeira simpatia e amor. Inclui sugestões impuras, que, a menos que se lhes resista instantaneamente, levam a grave pecado. Sobre cada um se impõe o dever de impedir o caminho às comunicações corruptas.
É propósito de Deus que apareça em Seus filhos a glória de Cristo. Em todos os Seus ensinamentos, Cristo apresentou princípios puros, inadulterados. Ele não pecou, nem em Seus lábios se achou engano. Constantemente deles fluíam verdades santas, enobrecedoras. Falava como nunca homem algum falou, com uma ênfase que comovia o coração. … A palavra nunca esmorecia em Seus lábios. Com destemor expunha a hipocrisia de sacerdotes e príncipes, fariseus e saduceus.
A grande responsabilidade que envolve o dom da fala é plenamente revelada na Palavra de Deus. “Por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado” (Mateus 12:37), declarou Cristo. E o salmista pergunta: “Senhor, quem habitará no Teu tabernáculo? quem morará no Teu santo monte? Aquele que anda em sinceridade, e pratica a justiça, e fala verazmente segundo o seu coração; aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhuma afronta contra o seu próximo.” Salmos 15:1-3.
Cultivai uma atitude mental devota, e educai a língua de modo que fale palavras retas, que abençoem em vez de desanimar. … Falai da bondade, da misericórdia e do amor de Deus. Removei todas as palavras de incredulidade, e tudo que é barato e comum. Sejam sadias as palavras, que não possam ser condenadas, e a paz de Deus por certo virá ao coração.
Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 177.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

7 Verdades a Respeito da Ira

1 – Você pode evitar a ira. “Evite a ira e rejeite a fúria; não se irrite: isso só leva ao mal” (Salmo 37:8).
2 – A ira provoca brigas e conduz ao pecado. “O homem irado provoca brigas, e o de gênio violento comete muitos pecados” (Provérbios 29:22).
3 – Quem controla a ira se torna mais forte. “Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade” (Provérbios 16:32).
4 – É melhor abrir mão de algumas coisas do que se irar. “A sabedoria do homem lhe dá paciência; sua glória é ignorar as ofensas” (Provérbios 19:11).
5 – Só os tolos se apressam em irar-se. “Não permita que a ira domine depressa o seu espírito, pois a ira se aloja no íntimo dos tolos” (Eclesiastes 7:9).
6 – Não é bom estar na companhia de pessoas iradas. “Não se associe com quem vive de mau humor, nem ande em companhia de quem facilmente se ira” (Provérbios 22:24).
7 – Palavras iradas recrudescem a ira. “A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira” (Provérbios 15:1).
Textos bíblicos na Nova Versão Internacional / Amilton Menezes

sábado, 24 de dezembro de 2011

A IGREJA ADVENTISTA E A POLITICA

Depois de ser questionado, como pastor e amigo, por muitas pessoas de nosso rol de relacionamento (família, igreja, amizades, etc.), resolvi pesquisar e escrever o seguinte esclarecimento: a Igreja Adventista do Sétimo Dia sempre manteve posição oficial de não se posicionar a favor ou contra qualquer partido político e/ou seus candidatos. Essa posição é mantida em todos os níveis organizacionais e institucionais da denominação, inclusive em suas congregações locais. Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher livre e conscientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princípios adventistas. Entre os princípios mais importantes, estão: (1) liberdade religiosa, (2) separação entre Igreja e Estado, (3) observância do sábado, (4) conduta moral, (5) temperança cristã, (6) apoio ao sistema educacional privado mantido pela Igreja, e a (6) tentativa de melhorar a qualidade de vida das classes moral e economicamente desfavorecidas. A posição da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre algumas dessas questões é enunciada no livro Declarações da Igreja (Tatuí, SP: CPB, 2003).

Ellen White adverte contra votar em candidatos sem compromisso com a liberdade religiosa: “Não podemos, com segurança, votar por partidos políticos; pois não sabemos em quem votamos. Não podemos, com segurança, tomar parte em nenhum plano político. Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa. [...] O povo de Deus não deve votar para colocar tais homens em cargos oficiais; pois assim fazendo, são participantes nos pecados que eles cometem enquanto investidos desses cargos” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 475).

Uma sensata atitude, quanto em quem votar, seria orar pedindo sabedoria (Tiago 1:5). Lembrando que a Palavra de Deus nos revela que “todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por Ele instituídas” (Romanos 13:1).

(Pr. Moisés Biondo, IASD Central de Artur Nogueira)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Como Lidar Com os Conflitos

Descrição: http://alertsequalificacao.files.wordpress.com/2011/04/rapazes-brigando-red.jpgVocê já reparou que parece que algumas pessoas têm tudo de forma mais fácil ou conseguem passar por problemas sem nenhum “arranhão” enquanto outras parecem ter uma vida acompanhada de sofrimentos? Por que isto acontece? Será injustiça divina? Fraqueza emocional?

Não sei se você já ouviu falar em resiliência. Resiliência é a capacidade de passar por conflitos e ficar bem, sem grandes prejuízos. A pessoa passa por problemas, mas não sucumbe a eles. Algumas pessoas são naturalmente mais resilientes do que outras e, por isso, acabam sofrendo menos, não por causa de uma menor “quantidade” de sofrimentos, mas por não se debilitar tanto ao passar por eles e, assim, consegue viver bem. Pessoas que são mais sensíveis ao sofrimento e cuja capacidade de lidar com eles é menos desenvolvida e natural são mais prováveis de sofrerem mais porque “mergulham” mais a fundo naquilo que aconteceu de ruim, se concentram mais nos problemas. Portanto, uma primeira questão é esta: a diferença de atitude das pessoas com relação ao sofrimento.
Você pode pensar, então, que é injustiça algumas pessoas terem uma maior capacidade para lidar com problemas do que outras. No entanto, mesmo pessoas que não têm esta capacidade naturalmente desenvolvida, podem desenvolvê-la, colocando em prática algumas atitudes diante do sofrimento (experimentar a dor, falar sobre o que dói, se desconcentrar da dor após já ter falado sobre ela, desenvolver novas atividades e não ficar somente concentrado nos sentimentos, ter fé, ajudar alguém através da empatia, se concentrar na solução do problema, e não no problema em si). Estes são alguns fatores individuais que influenciam no sofrimento de uma pessoa.
Existem outros fatores que interferem, também, no sofrimento de uma pessoa além dos fatores individuais, que são os fatores familiares. Como a família (as pessoas que estão ao redor) lidam com o sofrimento? São empáticas ao sofrimento daquele membro da família que está sofrendo? Ajudam? Se disponibilizam a ouvi-lo a fim de que ele se alivie? Dão suporte de alguma forma? Colaboram para que aquela pessoa alimente os pensamentos negativos, compartilhando pensamentos e crenças também negativas? Se une à pessoa para encontrarem uma solução ou permite que ela viva o problema sozinha? Então, as atitudes de quem está ao redor da pessoa que está sofrendo por alguma questão, somado à forma como ela mesma é (os fatores individuais), influenciarão no alívio ou na piora do sofrimento dela.
E, fora estes fatores, está o fato em si que trouxe o sofrimento. Há perdas mais drásticas do que outras. No entanto, por mais que haja sofrimentos piores (por exemplo: morte de alguém comparado a um desemprego – as pessoas tendem a sofrer mais pela morte de alguém próximo do que a um desemprego, apesar de sofrerem, também, por causa de um desemprego), tem-se observado que não são os fatos em si que são os principais determinantes do grau de sofrimento da pessoa, e sim como a própria pessoa é e, portanto, como ela encara o problema.
Se desejar, posso compartilhar com você algumas características de pessoas resilientes que você também pode aprender a desenvolver através da prática. É só escrever para escolabiblica@novotempo.org.br e colocar no título do email “para Thais”, fazendo o pedido sobre este tema no corpo do email. Ele será encaminhado diretamente para mim e terei o prazer de compartilhar com você estas informações adicionais.
Thais Souza Fevereiro/2011
FONTE: Lugar de Paz

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Os Homossexuais Irão Para o Céu

Compreenda melhor o amor de Deus por todas as pessoas por quem Cristo deu sua própria vida.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vencedor ou Perdedor?


Quando um vencedor comete um erro, diz: “Eu errei!”
Quando um perdedor comete um erro, diz: “Não foi minha culpa.”
Um vencedor trabalha duro e tem mais tempo.
Um perdedor está sempre “muito ocupado” para fazer o que é necessário.
Um vencedor enfrenta e supera o problema.
Um perdedor dá voltas e nunca consegue resolvê-lo.
Um vencedor se compromete.
Um perdedor faz promessas.
Um vencedor diz: “Eu sou bom, porém não tão bom como gostaria de ser.”
Um perdedor diz: “Eu não sou tão ruim como tantos outros.”
Um vencedor escuta, compreende e responde.
Um perdedor somente espera uma oportunidade para falar.
Um vencedor respeita aqueles que são superiores a ele e trata de aprender algo com eles.
Um perdedor resiste àqueles que são superiores a ele e trata de encontrar seus defeitos.
Um vencedor se sente responsável por algo mais do que somente o seu trabalho.
Um perdedor não colabora e sempre diz: “Eu somente faço o meu trabalho.”
Um vencedor diz: “Deve haver melhor forma de fazê-lo…”
Um perdedor diz: “Esta é a maneira que sempre fizemos.”
A Bíblia garante, entre tantas promessas:
- O vencedor comerá do fruto da árvore da vida (Apocalipse 2:7)
- O vencedor não sofrerá a segunda morte (Apocalipse 2:11)
- O vencedor terá um novo nome (Apocalipse 2:17)
- O vencedor terá autoridade sobre as nações (Apocalipse 2:26).
- O vencedor terá o nome registrado no livro da vida (Apocalipse 3:5)
- O vencedor sentará no trono de Deus (Apocalipse 3:21).
Vencedor ou perdedor? Todos os dias você decide quem será.