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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A criação concluída


Ideia central 1: A Bíblia não deixa claro se a fonte de luz do primeiro dia da semana da criação era o Sol, o próprio Deus ou uma supernova, por exemplo. Também não fica claro se Deus trouxe o Sol e a Lua à existência no quarto dia ou “apenas” os revelou para um observador na Terra. O fato é que desde o primeiro dia da criação já houve tarde e manhã, o que tornam necessárias a rotação do planeta e uma fonte de luz. A menção à criação das estrelas parece ser uma frase parentética, sugerindo que elas tenham sido criadas antes do sistema solar ou da Terra. Assim como os planetas, as luas e as estrelas revelam planejamento e ordem. Na Terra, os seres criados também revelam as digitais do Criador. Basta pensar, por exemplo, na engenharia do voo, no sonar dos golfinhos ou mesmo na tremenda quantidade de informação complexa e específica contida no DNA.

Ideia central 2: Em Sua sabedoria e soberania, Deus decidiu realizar a criação em sete dias literais de 24 horas, ciclo que permanece até hoje, independentemente de quaisquer movimentos astronômicos, como os que determinam os dias, os meses e os anos. No fim dessa semana está o sábado – presente de Deus para o ser humano (Mc 2:27), que deve ser usado para aprofundar a relação criatura-Criador. Se a semana da criação não tivesse sido composta de dias literais de 24 horas, o próprio mandamento do sábado (Êx 20:8-11) perderia o sentido, já que ele serve para lembrar que Deus criou o mundo exatamente em seis dias. Aliás, nas Escrituras, a palavra yom (“dia”) invariavelmente significa um período literal de 24 horas, quando precedida por um numeral, o que ocorre 150 vezes no Antigo Testamento. É claro que Deus poderia ter criado a vida neste mundo em seis mil anos ou em seis segundos, mas a revelação bíblica deixa claro que Ele escolheu criar em seis dias e “descansar” no sétimo. Ponto final.

Para refletir
1. Que luz foi aquela criada no primeiro dia da semana da criação? E quanto ao Sol, à Lua e às estrelas, mencionados apenas no quarto dia?
2. De que forma os seres criados revelam as digitais do Criador?
3. Qual é o propósito do sábado e que evidências temos de que os dias da criação tinham 24 horas, como hoje?

Ampliação
Acaso ou planejamento?
A extraordinária capacidade criativa e mantenedora do ser humano – criado à imagem e semelhança do Criador – se manifesta de modo especial quando ele procura imitar os complexos sistemas ordenados da natureza. Nesse sentido, seria interessante destacar alguns conceitos fundamentais (sistemas homólogos e sistemas automatizados), válidos tanto para interpretar biologicamente a natureza, como também para reconhecer as muitas similaridades apresentadas pelos artefatos humanos.

Determinadas partes de veículos motorizados podem ser homólogas. Assim, na figura 1, são apresentados quatro diferentes tipos de veículos (transporte terrestre, aéreo e marítimo), cujas estruturas homólogas se encontram destacadas no centro da ilustração: rodas e hélices acionadas por um eixo constituem os elementos que promovem a movimentação dos respectivos veículos. Um segundo exemplo de artefatos humanos pode ser fornecido por uma típica linha de produção em série, vinculada à automação e à informática (figura 2). Nas linhas de montagem robotizadas de veículos automotivos, atualmente se verificam várias etapas de fabricação em que a atuação humana direta (manutenção do processo) não é visível. Para o leigo, a referida sequência contínua de operações assume ares de pura “magia”.

Figura 1
CPB – Fig. 1

Figura 2
CPB – Fig. 2

No âmbito da biologia comparada, os sistemas homólogos são frequentemente representados pelos membros de locomoção ilustrados no centro da figura 3. Os correspondentes mamíferos (ambiente terrestre, aéreo e marinho), evidentemente, são infinitamente mais complexos se comparados com os veículos motorizados da figura 1.  Quando nos referimos à automação, os sistemas automatizados da natureza se destacam de maneira extraordinária. O fantástico desenvolvimento do ser humano (figura 4), desde o zigoto até a fase adulta (com seu extraordinário cérebro), constitui uma das maravilhas da natureza, ainda não totalmente compreendida. O mais impressionante é que esse processo se perpetua de maneira contínua e extremamente eficaz, mediante a reprodução.

Figura 3
CPB – Fig. 3

Figura 4
CPB – Fig. 4

Paralelamente (considerando-se os automotivos), seria algo impressionante admitirmos a possibilidade de que todas as etapas de determinada produção em série fossem perfeitamente automatizadas. Poderíamos, finalmente, idealizar uma situação mais perfeita (ou utópica): os referidos veículos terem, durante sua vida útil, a capacidade fantástica de autorreparação e de autorreprodução, sem a interferência humana. Na verdade, os precários sistemas automatizados, identificados nos artefatos humanos (apresentam estruturas extremamente simplificadas), têm duração limitada, necessitam de contínua reparação, não se reproduzem... A lista de limitações é enorme, quando comparamos os sistemas robotizados com a complexidade dos organismos.

No entanto, em todas as conquistas tecnológicas, destaca-se a mente humana, com sua excepcional inteligência, criatividade e extraordinário espírito idealizador e empreendedor, capaz de conceber, planejar, executar e aperfeiçoar projetos com propósitos bem definidos. O desejo de otimizar determinado processo é inerente à natureza humana. A máquina ou mecanismo ideal seria aquele capaz de funcionar perfeita e eternamente (moto-perpétuo). Entretanto, qualquer mecanismo perfeitamente autossustentável (moto-contínuo) transgride as leis da termodinâmica, portanto, algo inconcebível no âmbito da existência humana. Assim, os artefatos humanos aqui considerados (veículos motorizados), por mais perfeitos que tenham sido projetados (ou criados), sem manutenção, um dia deixarão de funcionar.

Por um lado, sabemos que os complexos artefatos e os arrojados empreendimentos do século 21, produzidos em série ou exclusivos – automóveis, aviões, computadores, megaconstruções, naves espaciais, etc., apontam para projetos minuciosamente desenvolvidos pela genial mente humana. Esses mesmos produtos das realizações do ser humano podem ainda ser classificados em grandes grupos, sendo que os produtos de cada grupo guardam notáveis semelhanças entre si. Por outro lado, seria óbvio admitir que o complexo e prodigioso cérebro humano tenha sido também planejado e criado com os demais seres (com suas respectivas peculiaridades), conservando, igualmente, semelhanças entre si (homologias, analogias, embriologia comparada, etc.).

Usando honestamente a razão, somos induzidos a admitir que tanto os artefatos humanos quanto os sistemas naturais evocam intencionalidade, propósito e planejamento. Ou seja, se um veículo aponta, inevitavelmente, para seu criador, um extraordinário projetista que também fornece um manual de utilização e manutenção, muito mais o ser humano, infinitamente mais complexo, com sua prodigiosa mente criativa, reflete a obra-prima de um poderoso e genial Projetista, Criador e Mantenedor, que nos presenteou com o Manual dos manuais: a Bíblia.

Finalmente, as semelhanças estruturais (homologias) ou funcionais (analogias), entre outras similitudes observadas nos seres vivos e estudadas pela biologia comparada, apontam muito mais convincentemente para um Originador incomum do que propriamente para uma origem comum. Nesse caso, o Planejador teve liberdade para combinar Suas soluções construtivas. Quando os principais grupos de animais (níveis taxonômicos superiores) são comparados, o grau de congruência morfológica e bioquímica revela muito mais razões funcionais vinculadas à existência de um projeto original ou plano estrutural básico, do que supostas alterações macroevolutivas que teriam ocorrido ao acaso (árvores filogenéticas imaginárias).

Assim, quer olhemos para as maravilhas do Universo ou para as evidências de design inteligente nos seres criados, uma coisa não podemos deixar de concluir: projetos assim tão bem elaborados dependem de um Projetista muito poderoso e inteligente. O acasodefinitivamente não constitui uma resposta racional para a origem do extraordinário mundo natural que nos rodeia.

Conclusões
– A frase rítmica “e houve tarde e manhã” provê uma definição para o “dia” da criação. E se o “dia” da criação se constitui de tarde e manhã, é, portanto, literal. O termo hebraico para “tarde” (‘ereb) abrange toda a parte escura do dia (ver dia/noite em Gn 1:14). O termo correspondente, “manhã” (em hebraico bqer) representa a parte clara do dia. “Tarde e manhã” é, portanto, uma expressão temporal que define cada dia da criação como literal. Não pode significar nada mais.

– As palavras usadas nos Dez Mandamentos deixam claro que o “dia” da criação é literal, composto por 24 horas, e demonstram que o ciclo semanal é uma ordenança temporal da criação. Aliás, como explicar a origem do ciclo semanal, se não pela criação em seis dias literais seguidos do repouso do sétimo dia? A semana não está vinculada a nenhum movimento ou fenômeno astronômico, como os dias (rotação da Terra), os anos (translação) e os meses. A palavra divina, que promulga a santidade do sábado, toma os seis dias da criação como sequenciais, cronológicos e literais. Dizer o contrário, portanto, é ir contra o contexto literário de Gênesis e contra o Criador.

– A criação da vegetação ocorreu no terceiro dia (ver Gn 1:11, 12). Grande parte dessa vegetação parece ter necessitado de insetos para a polinização. Mas os insetos só foram criados no quinto dia (v. 20). Se a sobrevivência desses tipos de plantas, que necessitam de insetos e outros animais para a polinização, dependesse deles para a reprodução, então haveria um sério problema se o “dia” da criação significasse “era”. Ainda mais: a teoria dos dias-eras exigiria um longo período de iluminação e outro de escuridão para cada uma das supostas épocas. Isso, é claro, seria fatal tanto para as plantas quanto para os animais. Os dias da criação devem ser entendidos como literais e não como representando longos períodos de tempo. Argumentar em contrário é forçar o texto bíblico a dizer o que não diz.

– Leia sobre maravilhas relacionadas com seres alados (aqui e aqui) e com animais terrestres (aquiaquiaquiaquiaqui e aqui).

– Leia o texto “Hormônios: orquestra afinada” (aqui).

– Gênesis 2:1-3 apresenta a conclusão da obra criativa de Deus. Para celebrar e recordar esse evento, Deus estabeleceu o sábado. Os seres humanos também costumam construir monumentos para recordar grandes feitos e acontecimentos. Um monumento é um memorial comemorativo no espaço. O sábado é um memorial no tempo. Não é o simples marco de uma construção qualquer; é o memorial da origem da vida, o monumento comemorativo da criação. Ao separarmos o sétimo dia da semana para fins religiosos (culto a Deus, auxílio aos necessitados, contato com a natureza), estamos reconhecendo o Senhor como o Todo-poderoso Criador do Universo. E o sábado é mais do que um simples repouso físico. É, antes de tudo, uma pausa para um contato mais íntimo com Deus, de tal maneira que as outras atividades ficam para depois.





domingo, 18 de novembro de 2012

Cristo Oferece a Paz


Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27.
Pouco antes de Sua crucifixão, Cristo legou a Seus discípulos uma herança de paz. … Esta paz não é aquela que vem mediante conformação com o mundo. É mais uma paz interior, que paz externa. Exteriormente haverá guerras e combates, pela oposição de inimigos confessos, e frieza e suspeitas dos que pretendem ser amigos. A paz de Cristo não se destina a banir divisões, mas a persistir em meio de luta e divisão.
Se bem que Ele usasse o título de Príncipe da Paz, Cristo disse de Si mesmo: “Não cuideis que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer paz, mas espada”. Mateus 10:34. … O Príncipe da Paz, era não obstante a causa de divisões.
Todos quantos recusam Seu infinito amor verão no cristianismo uma espada, um perturbador de sua paz.
Será impossível a quem quer que seja tornar-se verdadeiro seguidor de Jesus Cristo, sem se distinguir da multidão de incrédulos. Caso o mundo aceitasse Cristo, então não haveria espada ou dissensão; pois todos seriam discípulos de Jesus e viveriam em comunhão uns com os outros, e sua união não seria interrompida. Mas assim não é. Aqui e ali um indivíduo, membro de uma família, é fiel às convicções de sua consciência, e compelido a ficar sozinho. … Torna-se distinta a linha de demarcação. Uns se firmam na Palavra de Deus, os outros nas tradições e dizeres dos homens.
A paz dada por Cristo a Seus discípulos, e pela qual oramos, é a paz que nasce da verdade, uma paz que não deve ser extinta por causa de divisões. Externamente pode haver guerras e conflitos, ciúmes, invejas, ódios e contendas; mas a paz de Cristo não é aquela que o mundo dá ou arrebata.
Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 326.

terça-feira, 26 de junho de 2012

A Marca do Mal


Tanto a besta quanto a sua imagem(a) compartilham um dogma que: as mantêm fortemente unidas; submete os homens aos seus enganos e, se opõe ao selo de Deus – o sábado do quarto mandamento(b). Dentre os diversos erros disseminados por elas, somente o ensino da observância dominical conserva estas peculiaridades reunidas, tornando-a a marca ou a principal distinção das organizações que retêm este falso “dia do Senhor”(c). Esse ponto doutrinário demonstra a tentativa prepotente de usurpar a autoridade de Deus e de desviar a verdadeira adoração destinada a Ele.
A Bíblia em toda a sua extensão ensina que unicamente o sétimo dia da semana foi santificado e abençoado por Deus; e destina-se a atender exclusivamente aos Seus propósitos. Porém, o homem em busca de satisfazer seus interesses particulares confronta constantemente as orientações do seu Criador (Romanos 8:5-9). Deus nunca modificou qualquer mandamento do Decálogo e muito menos concedeu autoridade para que alguém assim procedesse. Apesar disso, a “besta e a sua imagem” proclamam com soberba que o domingo substituiu o sábado na lei de Deus, e conclamam que esta heresia seja obedecida.
A terceira mensagem angélica adverte quanto a aceitação deste falso dia de descanso dizendo: “Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.” (Apocalipse 14:9-10).
A “marca” ou “sinal” da besta não é um chip, um código de barra, um símbolo místico ou o número 666 fixado no corpo. Estas fantasiosas especulações não são sustentadas pela Bíblia. Receber a “marca da besta” (a marca do sistema religioso apostatado) indica que a pessoa através de suas próprias convicções(de forma consciente – “na fronte”), ou, motivada pela conveniência de sua vida (de suas ações – “sobre a mão”) reconhece que a “besta e sua imagem” possuem autoridade em substituir o sétimo dia da semana descrito no quarto mandamento, pelo primeiro dia. Aceitar essa mudança é consequentemente render à elas obediência e adoração. Ressaltando que, ninguém receberá essa marca sem antes conhecer plenamente as verdades sobre estas questões; mas aquele que, embora ciente deste assunto, resolve seguir o falso dia de descanso.
“Quando essa questão for claramente colocada diante do mundo, aqueles que rejeitam o memorial divino da Criação – o sábado bíblico – escolhendo adorar e honrar o domingo – mesmo depois de ter pleno e cabal conhecimento de que este não é o dia apontado por Deus para a adoração – receberão a ‘marca da besta’. Esta é a marca da rebelião; a besta afirma(d) que o fato de ela haver alterado o dia de adoração é uma prova de sua autoridade em modificar a lei de Deus.”1
Este conflito terá seu auge quando as igrejas protestantes que defendem a guarda dominical, lideradas pela Igreja de Roma (ICAR), exigirem que o Estado utilize seu poder para fazer valer de forma obrigatória a observância do domingo mediante lei civil, com punição aos infratores (Apocalipse 13:11-18). Assim como já ocorrera no passado(e).
Nunca houve uma terceira opção e não haverá nos eventos finais deste mundo. “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o.” (I Reis 18:21). Assim como o remanescente fiel consolida sua lealdade a Deus e recebe o Seu selo (Apocalipse 7:2-3), em contraposição existem os que firmam-se na “besta e na sua imagem” e recebem o seu respectivo selo. O foco desta questão é a fidelidade para com a vontade de Deus expressa claramente em Sua lei (Êxodo 20:3-17 cfMateus 19:16-19Lucas 16:17), sobretudo no quarto mandamento, o centro do conflito final (Apocalipse 14:7cf Êxodo 20:11Apocalipse 14:12). No momento em que Lúcifer se tornou Satanás, este idealizou obter para si mesmo obediência e adoração das criaturas de Deus, e nos últimos momentos que lhe resta fará isto com todo empenho auxiliado por seus agentes.2

a. A expressão “imagem da besta” refere-se ao sistema religioso que atuará segundo os mesmos princípios da “besta” descrita em Apocalipse 13:1-8. E, assim como esta utilizava o poder político do(s) Estado(s) para impor suas doutrinas, igualmente ocorrerá com a sua “imagem”. Acesse: Babilônia Denuncia II
b. Acesse: O Selo de Deus
1Nisto Cremos. (2003). 7.ª ed., São Paulo: CPB, cap. 12, p. 231.
2. Efésios 6:11-12; I João 2:1-4 cf João 8:44; II Tessalonicenses 2:3-4 cf Isaías 14:13-14, Ezequiel 28:12-18, Apocalipse 12:17. Acesse: A Lei de Deus – Adulterada

sábado, 27 de agosto de 2011

DEUS ELABOROU OS PLANOS


Todos nós sabemos que há 4.000 anos, no topo do Monte Sinai, Deus deu a Moisés os Dez Mandamentos. Mas a maioria das pessoas não sabem que, ao mesmo tempo, o Senhor deu a Moisés os planos para uma das estruturas mais misteriosas já construídas – o santuário. Deve ter sido algo importante, porque os israelitas não podiam entrar na Terra Prometida até o término de sua construção. Este peculiar templo portátil representava a morada de Deus entre o Seu povo, e seus serviços mostravam a nação de escravos recém-libertos um panorama tridimensional do plano de salvação. Um olhar cuidadoso nos segredos do santuário cristalizará a sua compreensão de como Jesus salva o perdido e conduz a igreja. O santuário é também uma chave para entender várias profecias. Este maravilhoso Guia de Estudo lhe permitirá explorar o santuário e descobrir seus significados ocultos. Uma experiência emocionante espera por você!

1. O que Deus pede a Moisés para construir?

“E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles” (Êxodo 25:8).
R: O Senhor pediu a Moisés para construir um santuário – um edifício especial que serviria de morada para o grande Deus do céu.
Uma Breve Descrição do Santuário
O santuário era uma elegante estrutura do tipo tenda (15 ‘x 45′ – assumindo que a medida de um côvado é igual a 18 polegadas), onde a presença sobrenatural de Deus habitava e serviços especiais eram realizados. As paredes eram de tábuas verticais de madeira de acácia, colocadas em encaixes de prata e cobertas de ouro (Êxodo 26:15-19, 29). O telhado era feito de quatro camadas de revestimento: linho, pêlo de cabra, pele de carneiro, e pele de texugo (Êxodo 26:1, 6-14). Tinha dois compartimentos: o lugar santo e o lugar santíssimo. Um espesso véu ou cortina separava os dois compartimentos. O átrio, a área em torno do santuário, era de 75 “X 150″ (Êxodo 27:18). Estava cercado por cortinas de linho fino apoiadas por 60 pilares de bronze (Êxodo 27:9-16).

2. O que Deus esperava que seu povo aprendesse com o santuário?

“O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Quem é Deus tão grande como o nosso Deus?” (Salmo 77:13).
R: o caminho de Deus, ou plano da salvação, revela-se no santuário terrestre. A Bíblia ensina que tudo no santuário ou conectado com o seu serviço era um símbolo da obra de salvação de Jesus em nosso favor. Isto significa que nós não podemos compreender plenamente o plano da salvação até que entendamos o simbolismo ligado ao santuário. Assim, a importância deste Guia de Estudo dificilmente pode ser exagerada.

3. De que fonte Moisés recebeu os planos para o santuário? Do que o edifício era uma cópia?

“Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade, Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem”. “Os quais servem de exemplo e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou” (Hebreus 8:1, 2, 5).
R: Os planos do santuário e especificações completas para a sua construção foram dados por Deus a Moisés. Eles eram uma cópia do original santuário no céu, que foi o padrão para o santuário de Moisés.

4. Que mobílias ficavam no pátio?

resposta:
A. O altar do holocausto, onde os animais eram sacrificados ficava localizado no pátio, na sua entrada (Êxodo 27:1-8). Este altar representa a cruz de Cristo. O animal representava Jesus, o sacrifício final (João 1:29).
B. A pia, Localizada entre o altar e a entrada do santuário, era um grande lavatório de bronze. Aqui sacerdotes lavavam as mãos e os pés antes de oferecerem sacrifícios ou antes de entrarem no santuário (Êxodo 30:17-21, 38:8). A água representava a purificação do pecado, ou o novo nascimento (Tt 3:5).

5. Que mobílias ficavam no lugar santo?

resposta:
A. A mesa da proposição (Êxodo 25:23-30) representava Jesus, o pão vivo (João 6:51).
B. O castiçal de sete ramos (Êxodo 25:31-40) representava Jesus Cristo, a luz do mundo (João 9:05; 1:9). O óleo representava o Espírito Santo (Zacarias 4:1-6, Apocalipse 4:5).
C. O altar do incenso (Êxodo 30:7, 8) representava as orações do povo de Deus (Apocalipse 5:8).

6. Que mobiliário ficava no lugar santíssimo?

R: A arca da aliança, a única peça de mobília no lugar santíssimo (Êxodo 25:10-22), era uma caixa ou cofre de madeira de acácia revestida com ouro. Sobre a arca haviam dois anjos feitos de ouro maciço. Entre esses anjos estava o propiciatório (Êxodo 25:17-22), onde a presença sobrenatural de Deus habitava. Ele simbolizava o trono de Deus no céu, o qual está igualmente localizado entre dois anjos (Salmos 80:1).

7. O que havia dentro da arca?

R: Os Dez Mandamentos, que Deus escreveu em tábuas de pedra com Seu próprio dedo, e que seu povo sempre irá obedecer (Apocalipse 14:12), estavam dentro da arca (Deuteronômio 10:4, 5). Mas o propiciatório estava acima deles, o que significa que enquanto o povo de Deus confessasse e abandonasse o pecado (Provérbios 28:13), a misericórdia seria estendida a eles através do sangue que era aspergido sobre o propiciatório pelo sacerdote (Levítico 16: 15, 16). O sangue do animal representava o sangue de Jesus que foi derramado por nós para nos trazer perdão dos pecados (Mateus 26:28, Hebreus 9:22).

8. Por que os animais precisavam ser sacrificados nos serviços do santuário do Antigo Testamento?

“E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão” (Hebreus 9:22). “Porque isto é o meu sangue; o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados” (Mateus 26:28).
R: O sacrifício de animais era necessário para ajudar as pessoas a entenderem que sem o derramamento do sangue de Jesus, seus pecados jamais poderiam ser perdoados. A verdade, horrível e chocante, é que a punição para o pecado é a morte eterna (Romanos 6:23). Uma vez que todos nós pecamos, todos nós devemos morrer. Quando Adão e Eva pecaram, deviam ter morrido imediatamente, mas Jesus se adiantou e ofereceu-se para dar a Sua vida perfeita como sacrifício para pagar a pena de morte por todas as pessoas (Apocalipse 13:8). Depois do pecado, Deus requeria que o pecador trouxesse um animal como sacrifício (Gênesis 4:3-7). O pecador deveria matar o animal com as próprias mãos (Levítico 1:4, 5). Isto era sangrento e chocante. O pecador ficava indelevelmente impressionado com a realidade solene das terríveis conseqüências do pecado (morte eterna), e a necessidade desesperada de um Salvador e substituto. Sem um Salvador, ninguém tinha qualquer esperança de salvação.
O sistema sacrificial mostrava, que Deus daria Seu Filho para morrer pelos pecados da humanidade (1 Coríntios 15:3). Jesus se tornaria não só o seu Salvador, mas também seu substituto (Hebreus 9:28). Quando João Batista se encontrou com Jesus, ele disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. (João 1:29). No Antigo Testamento, as pessoas vislumbravam a cruz no futuro para sua salvação. Hoje olhamos para trás, ao Calvário para nossa salvação. Não há outra maneira de ser salvo (Atos 4:12).

9. Como eram sacrificados os animais no serviço do santuário, e qual era o significado deste ato?

“E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito a favor dele, para a sua expiação”. “E o degolará ao lado do altar que dá para o norte” (Levítico 1: 4, 11).
R: Quando um pecador trazia um animal sacrificado para a porta do pátio, um sacerdote entregava-lhe uma faca e uma bacia. O pecador colocava suas mãos sobre a cabeça do animal e confessava seus pecados. Isso simbolizava a transferência do pecado do pecador para o animal. A partir desse momento o pecador era considerado inocente e o animal culpado. Uma vez que o animal era agora simbolicamente considerado culpado, tinha de pagar o salário do pecado – a morte. Matando o animal com suas próprias mãos, o pecador era assim graficamente ensinado de que o pecado causou a morte do animal inocente, e que seu pecado causaria a morte do inocente Jesus.

10. Quando um sacrifício animal era oferecido por toda a congregação, o que o sacerdote fazia com o sangue? O que isso simbolizava?

“Então o sacerdote ungido trará do sangue do novilho à tenda da congregação, E o sacerdote molhará o seu dedo naquele sangue, e o espargirá sete vezes perante o SENHOR, diante do véu” (Levítico 4:16, 17).
R: Quando um sacrifício era oferecido pelos pecados de toda a congregação, o sangue era levado pelo sacerdote, que representava Jesus (Hebreus 3:1), para dentro do santuário e aspergido diante do véu que separava os dois compartimentos. A presença de Deus habitava no outro lado do véu. Assim, os pecados do povo eram removidos e transferidos simbolicamente para o santuário. Este ministério de sangue realizado pelo sacerdote, prefigurava o atual ministério de sangue, realizado por Jesus em nosso favor no Céu. Depois que Jesus morreu na cruz como nosso sacrifício pelo pecado, Ele se levantou e foi para o céu como nosso Sumo Sacerdote para ministrar o Seu sangue no santuário celestial (Hebreus 9:11, 12). O sangue ministrado pelo sacerdote terreno representa Jesus aplicando seu sangue em nosso registro de pecados no santuário celestial, mostrando que eles são perdoados quando os confessamos em Seu nome (1 João 1:9).

11. Com referência ao serviço do santuário, em que duas capacidades principais serve Jesus ao Seu povo? Quais os benefícios fantásticos que recebemos de Seu ministério de amor?

“Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1 Coríntios 5:7). “Visto que temos um grande sumo sacerdote, que penetrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, retenhamos firmemente a nossa confissão Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas;. Mas em tudo foi tentado como nós, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça para socorro em tempo de necessidade” (Hebreus 4:14-16).
R: Jesus serve como sacrifício pelos nossos pecados e como nosso Sumo Sacerdote celestial. A morte de Jesus como nosso cordeiro sacrificial e substituto, e Seu contínuo e poderoso ministério como nosso Sumo Sacerdote celestial, realiza dois milagres incríveis para nós:
A. Uma mudança completa de vida chamada de novo nascimento, com todos os pecados do passado perdoados (João 3:3-6, Romanos 3:25).
B. Poder para viver corretamente no presente e no futuro (Tito 2:14, 2:13 Filipenses).
Estes dois milagres tornam uma pessoa justificada – o que significa um relacionamento correto entre a pessoa e Deus. Não há nenhuma maneira possível para uma pessoa tornar-se justa por obras (seus próprios esforços), porque a justiça requer milagres que só Jesus pode realizar (Atos 4:12). Uma pessoa torna-se justa por confiar em Jesus que fará por ela o que ela não pode fazer por si mesma.
Isto é o que se entende pela expressão bíblica “justificação pela fé”. Peço a Jesus para se tornar o governante da minha vida e confio que Ele opere os milagres necessários para eu cooperar plenamente com ele. Esta justiça, que é milagrosamente realizada para mim e em mim por Jesus, é a única justiça verdadeira que existe. Qualquer outro tipo é uma falsificação.

12. Que seis sublimes promessas nos dá a Bíblia sobre a justiça que nos é oferecida através de Jesus?

resposta:
A. Ele cobrirá os nossos pecados passados ​​e nos contará como inocentes (Isaías 44:22, João 1:9).
B. No princípio nós fomos criados à imagem de Deus (Gênesis 1:26, 27). Jesus promete nos restaurar à imagem de Deus (Romanos 8:29).
C. Jesus nos dá o desejo de viver corretamente e em seguida, concede-nos o Seu poder para realmente realizá-lo (Filipenses 2:13).
D. Jesus, através de seus milagres, fará com que façamos com alegria, somente aquilo que agrada à Deus. (Hebreus 13:20, 21; João 15:11).
E. Ele nos remove a sentença de morte ao nos credenciar sua vida sem pecado e morte expiatória (2 Coríntios 5:21).
F. Jesus assume a responsabilidade de manter-nos fiéis até que Ele retorne para nos levar ao céu (Filipenses 1:6; Judas 1:24).
Jesus está pronto para cumprir todas essas promessas gloriosas em sua vida. Você está pronto? Ajoelhe-se agora e peça-lhe para assumir o controle de sua vida. Ele não o decepcionará!

13. Uma pessoa tem que fazer alguma coisa para ser justificada pela fé?

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus;. Mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mateus 7:21).
R: Sim, Jesus diz que devemos fazer a vontade de Seu Pai. Nos dias do Antigo Testamento, uma pessoa que realmente tinha sido convertida continuava a trazer cordeiros para o sacrifício, indicando a sua tristeza pelo pecado e seu desejo de todo o coração de deixar o Senhor guiar completamente sua vida.
Embora nós não possamos realizar os milagres necessários para nos justificar, devemos nos entregar a Jesus diariamente (1 Coríntios 15:31), convidando-o a controlar as nossas vidas para que esses milagres aconteçam. Devemos estar dispostos a obedecer e seguir Jesus, onde ele nos levar (João 0:26, Isaías 1:18-20).
O pecado nos leva a querer fazer a nossa própria vontade (Isaías 53:6) nos levando a nos rebelar contra o Senhor, assim como Satanás fez no início (Isaías 14:12-14). Permitir que Jesus governe nossas vidas é por vezes tão desgarradoramente difícil como ter um olho ou um braço arrancado (Mateus 5:29, 30), porque o pecado é viciante e pode ser superado apenas pelo poder milagroso de Deus (Marcos 10:27).
Muitos acreditam que Jesus vai levar para o céu todos os que professam crer na salvação, independentemente de sua conduta. Mas isso não é assim. É uma invenção de Satanás. Um cristão deve seguir o estilo de vida de Jesus (1 Pedro 2:21). O sangue poderoso de Jesus pode fazer isso por todos nós (Hebreus 13:12), mas só se dermos a Jesus o controle total de nossas vidas e com alegria segui-Lo para onde Ele nos levar – mesmo que o caminho possa às vezes ser duro e áspero (Mateus 7:13, 14, 21).

14. Você pode me ajudar a entender o simbolismo contido no dia da expiação?

resposta:
A. Uma vez por ano, no dia da expiação, um solene dia de julgamento ocorria em Israel (Levítico 23:27). Todos deviam confessar todo pecado cometido. Aqueles que se recusavam eram naquele mesmo dia cortados para sempre do acampamento de Israel (Levítico 23:29).
B. Dois bodes eram selecionados: Um, bode era para o Senhor, o outro, o bode expiatório, representava a Satanás (Levítico 16:8). O bode do Senhor era morto e oferecido pelos pecados do povo (Levítico 16:9). Mas neste dia o sangue era levado para o lugar santíssimo e aspergido em cima e perante o propiciatório (Levítico 16:14). Somente neste dia especial de julgamento o sumo sacerdote entrava no lugar santíssimo para encontrar Deus no propiciatório.
O sangue aspergido (representando o sacrifício de Jesus) era aceito por Deus, e os pecados confessados ​​do povo eram transferidos do santuário para o sumo sacerdote. Ele, então, simbolicamente transferia esses pecados confessados ao bode expiatório, que era levado ao deserto (Levítico 16:16, 20-22). Desta forma, o santuário era purificado dos pecados do povo que foram acumulados no transcurso de um ano, e que haviam sido simbolicamente depositados ali por causa do sangue aspergido diante do véu.

15. Será que o dia da expiação simbolizava ou prefigurava uma parte do grande plano da salvação de Deus, assim como os outros aspectos do santuário terrestre e seus serviços?

“Portanto, era necessário que as cópias das coisas que estão nos céus fossem purificadas com esses sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios superiores” (Hebreus 9:23).
R: Sim. Os serviços desse dia apontavam para a erradicação do pecado pelo verdadeiro sumo-sacerdote no santuário celestial. Cristo vai confirmar a decisão de seu povo de servi-Lo eternamente, através de seu sangue aplicado em favor daqueles que estão escritos no livro da vida. Este dia de juízo especial, como aquele dia chamado de Yom Kippur em Israel, é o antitipo do dia da expiação final a ser feito para o planeta Terra. Através do antigo símbolo do dia da expiação anual, toda a humanidade tem a certeza de que nosso fiel Sumo Sacerdote, Jesus, permanece no Céu intercedendo por Seu povo e está pronto para apagar os pecados de todos os que vão exercer fé em Seu sangue derramado. A expiação final leva ao julgamento final, que resolve a questão do pecado na vida de cada indivíduo, culminando seja na vida ou na morte.
Eventos Importantes
Você vai descobrir nos próximos dois Guias de Estudo como o simbolismo do santuário terrestre e especialmente o dia da expiação prefiguravam momentosos acontecimentos do fim dos tempos, que Deus vai levar a efeito a partir do santuário celestial.
Data para o julgamento
No próximo Guia de estudo, vamos examinar uma profecia bíblica crucial na qual Deus estabelece uma data para o começo do julgamento celestial. Bastante impressionante, sem dúvida!

16. Estou disposto a aceitar a justificação que Cristo me oferece, que inclui o perdão, purificação do pecado, e força para viver corretamente no presente e no futuro?

resposta:______
 
Extraído do Guia de Estudo bíblico Amazing Facts.

sábado, 9 de julho de 2011

GUIA DE ESTUDO N.4 - UMA COLOSSAL CIDADE NO ESPAÇO


Falaremos de uma grande cidade. Nova York, Tóquio e Londres são nada em comparação! Você conhecerá fatos surpreendentes sobre uma gigantesca cidade que pode viajar através do espaço. É tudo verdade, não é ficção científica! As informações contidas neste Guia de Estudo vão empolgar a sua alma e lhe dar esperança para o futuro.

Quem é o arquiteto e construtor desta cidade?

“Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade” (Hebreus 11:16).
A Bíblia declara que Deus está construindo uma grande cidade para Seu povo. E esta cidade é tão real e literal como qualquer outra que você já conheceu.

Onde está essa cidade maravilhosa que Deus está preparando?

“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu…”(Apoc 21:2). “ó Senhor meu Deus…ouve tu do lugar da tua habitação no céu” (1 Reis 8:28-30).
Esta grande cidade que está sendo construída está, neste momento, no espaço exterior, na morada de Deus, que é chamada de Céu.

Como é que as Escrituras descrevem esta incrível cidade?

a) Tamanho
“A cidade era quadrada, pois o seu comprimento era igual à sua largura. O anjo mediu a cidade com a vara de ouro e viu que media dois mil e duzentos quilômetros” (Apoc 21:16).
b) Nome
A cidade é chamada de “Nova Jerusalém”, em Apocalipse 21:2.
c) Muros
“Ele mediu o seu muro, e era de cento e quarenta e quatro côvados. …o muro era construído de jaspe” (Apoc 21:17-18). Um muro de 144 côvados, ou 216 pés de altura (um côvado são 18 polegadas), rodeia a cidade. É feito de jaspe sólido, com brilho e beleza indescritível. Pense nisso! Cerca de 20 andares de altura de jaspe sólido !
d) Portas
“Tinha doze portas…do lado do oriente tinha três portas, do lado do norte três portas, do lado do sul três portas”. “As doze portas eram doze pérolas: cada uma das portas era uma só pérola” (Apocalipse 21:12, 13, 21). A cidade têm 12 portas, 3 em cada lado, cada uma feita de uma única pérola.
e) Fundações
O muro da cidade tinha 12 fundamentos…adornados de toda espécie de pedras preciosas. O primeiro fundamento é de jaspe; o segundo, de safira; o terceiro, de calcedônia; o quarto, de esmeralda; o quinto, de sardônio; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso; o undécimo, de jacinto; e o duodécimo, de ametista. (Apocalipse 21:14-20). A cidade tem 12 completas fundações, cada uma feita de uma pedra preciosa. Todas as cores do arco-íris estão ali representadas. Vista de longe a cidade parece estar descansando em cima de um arco-íris.
f) Ruas
“A rua principal era de ouro puro, claro como vidro” (Apoc 21:21- NVI).
 g) Aparência
“a Cidade Santa…ataviada como noiva adornada para o seu esposo”. “tem a glória de Deus. O seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina”. “A cidade é quadrangular, de comprimento e largura iguais”. (Apocalipse 21:2, 11,16). A cidade, com todas as suas pedras preciosas, ouro e beleza cintilante, será iluminada com a glória de Deus. Na sua grande majestade e pureza é comparada a uma “noiva adornada para o seu marido”.

Que recurso fenomenal desta majestosa cidade garante a cada cidadão vigor e juventude eterna?

“no meio da rua principal da cidade. De cada lado do rio estava a árvore da vida, que frutifica doze vezes por ano, uma por mês. As folhas da árvore servem para a cura das nações” (Apoc 22:2). “tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente ” (Gênesis 3:22). A árvore da vida, que está no meio da cidade – Apocalipse 2:7, traz a vida eterna e juventude a todos que comem dela. Essa árvore vai render uma nova safra de frutas a cada mês.

É verdade que esta cidade descerá a esta terra?

“Via cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo”(Apoc 21:2). “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mateus 5:5). “Os justos herdarão a terra” (Provérbios 11:31).
Sim, a majestosa cidade santa descerá à Terra para se tornar a capital da Nova Terra. Todos os justos terão uma casa nesta cidade.

O que acontecerá com o pecado e com os pecadores?

“Pois eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como restolho; e o dia que está para vir os abrasará” (Malaquias 4:1). “desceu fogo do céu, e os devorou” (Apoc 20:9). “os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (2 pedro 3:10). “Pisareis os perversos, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés” (Malaquias 4:3). “Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pedro 3:13).
Deus vai destruir todos os pecados e os pecadores com fogo. Este fogo vai derreter a terra e transformar tudo em cinzas. Então, Deus fará uma nova terra perfeita, e a cidade santa será a sua capital. Aqui o justo viverá em alegria, paz e santidade por toda a eternidade. Deus promete que o pecado não se levantará novamente. (Veja Naum 1:9)

Que emocionantes promessas Deus faz às pessoas que entram em seu novo reino?

a) O Senhor, em pessoa, vai viver com elas (Apocalipse 21:3).
b)
Elas nunca se entediarão. Haverá delícias perpetuamente (Salmo 16:11).
c)
Não haverá mais morte, dor, lágrimas, tristeza, doença, hospitais, operações, tragédia, desapontamento, problemas, fome, ou sede (Apoc. 21:4, Isaías 33:24, Apoc. 22:3, Isaías 65:23, Apoc. 7:16).
d)
Elas não se cansarão (Isaías 40:31).
e)
Toda pessoa salva será fisicamente inteira em todos os sentidos. Os surdos ouvirão, os cegos enxergarão, os mudos cantarão, e os coxos serão capazes de correr (Isaías 35:5, 6; Filipenses 3:21).
f)
Ciúme, medo, ódio, falsidade, inveja, impureza, cinismo, trapaça, preocupação, e todo o mal estarão para sempre excluídos do reino de Deus (Apocalipse 21:8, 27; 22:15). As pessoas não mais serão sobrecarregadas com  preocupações e cuidados que as consomem. Não haverá mais colapsos nervosos. O tempo vai se tornar eternidade, e as pressões e prazos da terra terão desaparecido para sempre.

Como será a nova terra, diferente da nossa terra hoje?

a) Vastos mares como os conhecemos hoje desaparecerão (Apocalipse 21:1). Os mares e oceanos cobrem três quartos da superfície da Terra hoje. Este não será o caso no novo reino de Deus. O mundo inteiro vai ser um enorme jardim, de beleza inigualável, intercalado com lagos, rios e montanhas (Apocalipse 22:1, Atos 3:20, 21).
b)
Os desertos se tornarão jardins (Isaías 35:1, 2).
c)
Os animais serão todos domados. Um não vai ser mais presa do outro. E uma criança os guiará. (Isaías 11:6-9; 65:25).
d)
Não haverá mais maldição (Apocalipse 22:3).
e)
Não haverá mais qualquer tipo de violência (Isaías 60:18). Crime, tempestades, inundações, terremotos, tornados, ferimentos, etc.
f)
Nada contaminando será encontrado na nova terra (Apocalipse 21:27). Não haverá pontas de cigarro, sumo de tabaco, bêbados, bares, bebidas alcoólicas, prostituição, fotos obscenas, ou qualquer outro tipo de maldade ou impureza.

Haverá crianças no reino de Deus? Se assim for, elas vão crescer?

“As ruas da cidade ficarão cheias de meninos e meninas brincando” (Zacarias 8:5 – NVI). “e saireis, e crescereis como os bezerros do cevadouro” (Malaquias 4:2).
Sim, vai haver muitos meninos e meninas na cidade santa (Isaías 11:6-9), e esses jovens vão crescer (Malaquias 4:2). Temos nos degenerado muito em estatura, inteligência e vitalidade desde Adão, mas tudo isso vai ser restaurado (Atos 3:20, 21).

Quando reunidos com os entes queridos no céu, os salvos reconhecerão uns aos outros?

“mas então conhecerei como também sou conhecido” (1 Cor 13:12).
A Bíblia ensina claramente que os justos queridos que morreram serão ressuscitados e se juntarão aos justos vivos no reino de Deus (Isaías 26:19; Jeremias 31:15-17, 1 Coríntios 15:51-55, 1 Tessalonicenses 4:13-18). E as Escrituras também ensinam que as pessoas no novo reino de Deus se reconhecerão umas às outras, assim como as pessoas reconhecem-se mutuamente sobre a Terra hoje.

Será que as pessoas no céu serão reais, de carne e osso?

“O próprio Jesus estava no meio deles e disse-lhes: Paz seja convosco. Mas eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. E disse-lhes: Por que estais perturbados e por que surgem pensamentos nos vossos corações Vede as minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo. apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho”. “E, não o crendo eles ainda por causa da alegria, e {estando} maravilhados, disse-lhes: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então eles apresentaram-lhes parte de um peixe assado, e um favo de mel. O que ele tomou e comeu diante deles”. “E levou-os fora, até Betânia …E aconteceu que, abençoando-os ele, se apartou deles e foi elevado ao céu” (Lucas 24:36-39, 41-43, 50, 51). “Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir” (Atos 1:11). “o Senhor Jesus Cristo…transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso” (Filipenses 3:20, 21).
Depois da Sua ressurreição, Jesus revelou aos Seus discípulos que Ele era de carne e ossos. Este mesmo Jesus de carne e ossos que subiu ao Pai virá novamente à terra. Os justos receberão corpos assim como o corpo de Cristo e serão pessoas reais, de carne e ossos por toda a eternidade. A diferença será que o corpo celeste não estará sujeito a decadência, morte ou deterioração. O ensinamento de que os salvos no céu serão fantasmas que flutuam em nuvens, neblina e tocando harpas e nada mais, não tem fundamento nas Escrituras. Jesus não morreu na cruz para proporcionar um futuro tão banal e tolo para aqueles que aceitam o Seu amor e nobremente seguem o seu caminho de vida. A maioria das pessoas não têm interesse em tal existência etérea e, portanto, têm pouco ou nenhum desejo de entrar no reino celestial de Deus, preferindo-o muitas vezes só porque temem o inferno. Se todas as pessoas no mundo todo pudessem aprender a verdade sobre a cidade santa de Deus e a nova terra, milhões de pessoas começariam a entender o Seu amor e se voltariam para Ele de todo o coração.

Como o justo gastará seu tempo no reino celestial?

“E edificarão casas, e {as} habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos” (Isaías 65:21, 22).
Os justos irão construir suas próprias casas na nova terra. (Cada um terá também uma mansão na cidade edificada por Cristo. – João 14:1-3) e plantarão vinhas, e comerão os frutos delas. A Bíblia é clara. Pessoas reais farão coisas reais no céu e desfrutarão de todas elas.

Em que outras atividades emocionantes irão os remidos participar?

a) Cantar e tocar música celestial (Isaías 35:10, 51:11; Salmos 87:7, Apocalipse 14:2, 3).
b)
Adorar diante do trono de Deus, todos os sábados (Isaías 66:22, 23).
c)
Desfrutar das árvores e flores que nunca murcharão (Ezequiel 47:12, Isaías 35:1, 2).
d)
Visitar com os entes queridos, os patriarcas, profetas, etc (Mateus 8:11, Apocalipse 7:9-17).
e)
Estudar os animais do céu (Isaías 11:6-9; 65:25).
f)
Viajar e explorar sem nunca se cansar (Isaías 40:31).
g)
Ouvir a Deus cantar (Sofonias 3:17).
h)
Realizar as ambições mais caras (Salmos 37:3, 4; Isaías 65:24).
i)
A grande alegria de todas – o privilégio de ser como Jesus, viajando com ele, e vê-Lo face a face (Apocalipse 14:4; 22:4, 21:3, 1 João 3:2).

Pode a débil linguagem humana realmente descrever as glórias do lar celestial?

“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Coríntios 2:9).
Nem mesmo em seus sonhos pode o coração do homem começar a compreender as maravilhas do reino eterno de Deus. Tudo o que Adão perdeu irá ser restaurado (Atos 3:20, 21).

Este reino está sendo preparado para mim pessoalmente?

“quem quiser, tome de graça da água da vida” (Apoc 22:17). “Para uma herança incorruptível, incontaminável…guardada nos céus para vós” (1 pEDRO 1:4). “vou preparar-vos lugar” (jOÃO 14:2).
É preparado para você pessoalmente. O convite do Senhor é feito para você pessoalmente. Se rejeita-lo, amigo, você não terá a quem culpar senão a si mesmo.

Como posso ter a garantia de um lugar neste grande e glorioso reino?

“Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa…” (Apoc 3:20). “Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas” (Apoc 22:14). “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mateus 7:21). “A todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (João 1:12). “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7).
A Bíblia deixa claro. É muito simples. Dê a sua vida a Cristo para a purificação do pecado. Quando você fizer isso, Ele também lhe dará poder para fazer a Sua vontade e guardar Seus mandamentos. Isso significa, é claro, que você vai começar a viver como Cristo viveu e vai superar todos os pecados. “Aquele que vencer herdará todas as coisas.” Apocalipse 21:7. Em suma, uma pessoa está preparada para o céu, quando ela tem o céu dentro dela.

Você deseja aceitar a proposta de Jesus para viver eternamente com Ele no Seu reino celestial?

GUIA DE ESTUDO N.3 - RESGATE CELESTIAL


Imagine o horror que seria estar a deriva em um oceano repleto de tubarões famintos. Então, imagine o quão agradecido e aliviado você se sentiria ao ser resgatado pelo ar e levado a um lugar seguro. A verdade é que cada ser humano neste planeta está perdido em um oceano repleto de perigos. Nós precisamos urgentemente ser resgatados, não por um barco ou helicóptero, mas por nosso Pai Celestial. Deus ama tanto você, que Ele enviou Seu Filho para salvá-lo. Você com certeza já ouviu tudo isso antes, mas está seguro que entende este tema plenamente? O que ele significa e como pode mudar sua vida? Leia mais e descubra!

1. Será que Deus realmente se importa comigo?

“Visto que foste precioso aos meus olhos, também foste honrado, e eu te amei” (Isaías 43:4). “com amor eterno te amei” (Jeremias 31:3).
R: O infinito amor de Deus por você e por mim está muito além de nossa compreensão. Ele te ama como se fosse a única alma perdida no universo. Ele teria dado Sua vida por você ou por mim mesmo se não houvesse outro pecador para redimir. Tente nunca esquecer este fato. Você é precioso aos Seus olhos. Ele ama você.

2. Como Deus demonstrou Seu amor por nós?

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos. Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:9, 10).
R: Porque Ele nos amou tão profundamente, Ele estava disposto a ver Seu único Filho sofrer e morrer ao invés de ficar separado de você e de mim pela eternidade. Nós não seremos capazes de compreendê-lo, mas Ele fez isso – por você, e por mim!

3. Como Ele poderia amar alguém como eu?

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8).
R: Certamente não é porque eu tenha direito ou mereça. Nenhum de nós tem direito a qualquer coisa, exceto o salário do pecado, que é a morte (Romanos 6:23). Mas o amor de Deus é incondicional. Ele ama os ladrões, adúlteros e assassinos. Ele também ama os egoístas, os hipócritas, e o blasfemador profano. Mas, o mais grandioso de tudo é que Ele me ama! E porque Ele sabe que meus pecados, só podem me conduzir à miséria e à morte, Ele quer salvar-me de meus pecados. É por isso que Ele morreu.

4. O que Sua morte fez por mim?

“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos” (1 João 3:1). “Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (João 1:12).
R: Cristo morreu em meu lugar para satisfazer a pena de morte que pesava contra mim. Ele nasceu como um homem para que ele pudesse sofrer o tipo de morte que eu mereço. Então, Ele se ofereceu para me dar o crédito por aquilo que Ele fez. Em outras palavras, Sua vida sem pecado é creditada em minha conta para que eu possa ser considerado como justo. Sua morte é aceita por Deus como o pagamento integral de todos os meus erros do passado, e aceitando o que Ele fez, como um dom, Sou recebido na família do próprio Deus como Seu filho.
Reflita sobre esses fatos simples por um momento:
- Por causa dos meus pecados, estou condenado à morte.
- Eu não posso pagar essa pena, sem perder a vida eterna, porque se morro por meus pecados, não posso ressuscitar a mim mesmo. Eu estaria morto para sempre.
- Eu tenho uma dívida a qual não posso pagar! Mas chega um amigo, chamado Jesus, e diz: “Eu vou pagar. Vou morrer em seu lugar e lhe darei o crédito por isso. Você não terá que morrer por seus pecados.”
- Devo aceitar a oferta! Simples, não é? Eu reconheço e aceito publicamente Sua morte pelos meus pecados. No momento em que faço isso, eu me torno um filho ou filha de Deus!

5. Como faço para recebê-Lo e passar da morte para a vida?

Basta admitir três coisas:
1. Eu sou um pecador. “Todos pecaram” (Romanos 3:23).
2.
Estou condenado a morte. “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).
3.
Eu não posso salvar a mim mesmo. “Sem mim nada podeis fazer” (João 15:5).
E então declare crer em três coisas:
1. Ele morreu por mim. “Que ele … provasse a morte por todo homem.” (Hebreus 2:9).
2.
Ele me perdoa. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados” (1 João 1:9).
3.
Ele me salva. “Aquele que crê em mim tem a vida eterna” (João 6:47).
R: Ao pedir, acreditar e aceitar o grande dom de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo passamos da morte para a vida.

6. O que devo fazer para receber esse dom da salvação?

“sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:24). “o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Romanos 3:28).
R: A única coisa que posso fazer é aceitá-lo como um puro dom. Meus atos de obediencia não serão de nenhuma ajuda no processo de justificação. Todos os que pedem com fé a salvação irão recebê-la. O mais empedernido pecador será aceito sobre a mesma base que o mais correto dos homens. O passado não conta. Lembre-se, Deus ama a todos igualmente, e o perdão é para quem o pede. “Porque pela graça sois salvos mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus: não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8, 9).

7. Ao me unir a Sua familia pela fé, que mudança Jesus efetua em minha vida?

“Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).
Quando recebo a Cristo em meu coração Ele destrói a velha natureza pecaminosa e me transforma em uma nova criatura espiritual. A velha vida de pecado, agora se torna repulsiva e indesejável. Alegremente eu começo a experimentar, pela primeira vez, uma gloriosa libertação da culpa e condenação. Eu começo a ver o quão vazia a minha vida era sem Cristo. Ao invés de me alimentar das migalhas debaixo da mesa, eu agora me regalo no banquete do rei. Um minuto com Deus proporciona mais felicidade do que uma vida servindo ao diabo. Que troca! Por que eu esperei tanto tempo para aceitá-la?

8. Será que esta vida transformada é realmente mais agradável que os prazeres da antiga vida?

Jesus disse: “Estas coisas vos tenho falado …para que a vossa alegria seja completa” (João 15:11). “Se pois, o Filho vos libertar, sereis realmente livres” (João 8:36). “eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10).
R: Muitos sentem que a vida cristã não será feliz por causa das restrições e abnegação. Mas acontece o oposto. Quando você aceita o amor de Jesus, uma fantástica exuberância brota de dentro. Inacreditável paz e alegria permeiam sua vida. Não há comparação com a antiga vida de egoísmo e de fracasso. Como um sonho ruim, o passado doloroso desaparece, e você experimenta uma vida mais abundante, do jeito que Deus planejou que deveria ser.

9. Mas como eu posso fazer todas as coisas que um cristão deve fazer?

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gálatas 2:20). “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Filipenses 4:13).
R: Aqui é onde o maior milagre da vida cristã é revelado. Você não tem que esforçar-se para ser bom. O que você faz como um cristão é o fluxo espontâneo da vida de outra pessoa [Jesus] dentro de você. A obediência é a resposta natural do amor em sua vida. Ao renascer em Deus como uma nova criatura você quer obedecê-Lo, porque a Sua vida tornou-se uma parte de sua vida. Agradar alguém que você ama não é um fardo, mas uma delícia. “Agrada-me fazer a tua vontade, ó meu Deus: sim, a tua lei está dentro do meu coração” (Salmos 40:8).

10. Quer dizer que até mesmo os Dez Mandamentos não são difíceis de se obedecer?

“Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15). “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos: E os seus mandamentos não são penosos” (1 João 5:3). “Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado” (1 João 2:5).
R: A Bíblia sempre vincula a obediência a uma relacão de amor. Os cristãos nascidos de novo não encontram fatigante luta para guardar os Dez Mandamentos. Com todos os pecados passados cobertos pela Sua morte expiatória, minha obediência presente e futura está enraizada em sua vida vitoriosa dentro de mim. Na verdade, porque Eu o amo tão profundamente por mudar a minha vida,Vou além das exigências dos Dez Mandamentos. Diariamente eu pesquiso a Bíblia para obter indicações de Sua vontade, tentando encontrar outras formas de expressar meu amor por Ele. “E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista” (1 João 3:22, grifo do autor).

11. Como posso ter certeza de que a obediência aos mandamentos mencionados na Bíblia como uma característica do povo de Deus não é legalismo?

“Aqui está a paciência dos santos: aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (Apocalipse 14:12). “E eles [os santos] o venceram [Satanás] pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho e não amaram suas vidas até à morte” (Apocalipse 12:11).
R: Não confunda obediência com legalismo. Legalismo é tentar ganhar a salvação pelas boas obras. Os santos são identificados na Bíblia como tendo quatro características: (1) guardam os mandamentos, (2)(3) compartilham a sua fé com os outros, e (4) escolhem morrer ao invés de pecar. Estas são as verdadeiras marcas que distinguem uma pessoa que é apaixonada por Cristo e que fez um pacto de vida para servi-Lo e segui-Lo. confiam no sangue do Cordeiro,

12. Que ato significativo sela a relação de amor de uma pessoa com Cristo, e o que simboliza?

“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” “para que o corpo do pecado seja desfeito” (Romanos 6:4, 6). “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; pois vos desposei com um só Esposo, Cristo, para vos apresentar a ele como virgem pura” (2 Coríntios 11:2).
R: O batismo simboliza três eventos significativos na vida do verdadeiro crente: (1) morte para o pecado (2), o nascimento para uma nova vida em Cristo, e (3) união com Cristo para a eternidade. Essa união espiritual crescerá mais forte e mais doce com o tempo, enquanto o amor continuar a crescer. Como acontece em qualquer casamento, quando o amor desaparece, o paraíso se converte em um inferno. O lar se mantém unido somente pelos compromissos legais. Assim também, quando o cristão deixa de amar a Cristo acima de todas as coisas, sua religião existe somente como o cumprimento restritivo de uma série de regras.

13. Como posso ter certeza de que a fé e o amor do meu relacionamento com Cristo continuará crescendo?

“Examinai as escrituras” (João 5:39). “Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5:17). “assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também nele andai” (Colossenses 2:6). “morro todos os dias” (1 Coríntios 15:31).
R: Nenhum amor pode prosperar sem comunicação. Oração e estudo da Bíblia são absolutamente essenciais para manter esse relacionamento crescendo. Sua Palavra constitui uma carta de amor que devo ler diariamente para alimentar minha vida espiritual. Conversar com Ele em oração, aprofunda minha devoção, e abre minha mente a um conhecimento mais íntimo e emocionante de Seu cuidado por mim. Diariamente aumenta minha surpresa ao descobrir novos detalhes de Sua incrível provisão para minha felicidade.
Deus sela nosso matrimônio espiritual
Ao selar nossa união espiritual por toda a eternidade, Deus prometeu nunca me abandonar, (Salmos 55:22, Mateus 28:20, Hebreus 13:5), cuidar de mim na doença ou na saúde (Salmos 41:3, Isaías 41:10), e suprir todas as necessidades que podem surgir em minha vida (Mateus 6:25-34). Assim quando eu O recebo pela fé tendo experimentado que Suas promessas são certas, continuo confiando n’Ele para todas as necessidades futuras, e Ele nunca me decepciona.

14. É meu desejo aceitar a Jesus em minha vida e experimentar o novo nascimento.